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Aumenta pressão para preservação do patrimônio da madeira mamoré

Aumenta pressão para preservação do patrimônio da madeira mamoré

Nem mesmo ações ajuizadas no âmbito do Judiciário Federal tem podido fazer cumprir determinações expressas à conservação e preservação dos ambientes envoltos ao Complexo da Estrada de Ferro da Madeira Mamoré (EFMM).

É o caso do convênio firmado entre o IPHAN nacional e o IPHAN estadual, este ocupado pela candeiense, Delma Batista do Carmo Siqueira, que ao menos onze meses ainda não concluiu o gradil de proteção até o entorno da Vila Ferroviária.

No edital obtido por este site de veiculação de imprensa, o governo federal repassou cerca de R$ 390 mil, através do Ministério da Cultura, a serem usados na obra de contenção às invasões e furtos de peças e do acervo da Estada de Ferro, atualmente, mas essa continua inacabada desde o governo Mauro Nazif.

- O convênio foi assinado no pretérito 26 de janeiro de 2017, portanto, a onze meses, denuncia o presidente da Associação dos Ferroviário José Bispo de Morais, que agora denuncia o contrato às autoridades.
O que era para ser uma obra de contenção em sistema de grades, forçando o acesso de marginais, desocupados e usuários de drogas ao Complexo Ferroviário, entre a Praça da EFMM aos ambientes onde estão às peças e ao acervo histórico, ‘está tudo entregue às baratas e aos vândalos’.

Obra e leniência

Inacabada hà 11 meses desde o início de sua implantação ao redor do patrimônio tombado pela União, a parte menor da obra foi realizada em parceria com o IPHAN-Rondônia. A iniciativa, segundo Bispo de Morais e George Telles (O Carioca), ‘a iniciativa foi posta de uma deliberação do MPF que visa facilitar a preservação do Patrimônio Histórico e Cultural, além de tudo, definir horários de acesso e o seu funcionamento ao público’.

De acordo com o objeto do convênio - ainda não cumprido pelo IPHAN-Rondônia - na presidência de Flamareon Jackson Cruz, à época, na FUNCULTURAL, em entrevista no dia 25 de abril de 2016, ‘o cercamento seria da Avenida Farcquar, desde o Anfiteatro até o bairro Cai N’Agua, na área central da Porto Velho Antiga’.

Em face da obra inacabada atribuída ao IPHAN, este site procurou a ocupante do órgão, mas foi informado que ‘estava em hora do almoço e com reuniões externas’; e fugiu da entrevista sobre o assunto. Porém, a secretária de plantão, na sexta-feira, ficou de agendá-la, a posterori.

Intervenções nesse sentido vêm sendo feitas junto ao Ministério da Cultura, em Brasília, pelos Ferroviários e os Soldados da Borracha, afim de que o IPHAN-Rondônia conclua as obras de cercamento vez que o dinheiro foi liberado há muito tempo. Segundo os dirigentes da Associação e do SINDSBOR, ‘com a depredação seletiva de peças, do acervo e as locomotivas (uma já foi seqüestrada), o Complexo ser varrido da história ferroviária do Brasil por descaso. (Assessoria)

 

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