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Em ação articulada com outros Estados, detentos do Acre participam de protesto contra más condições dos presídio

Em ação articulada com outros Estados, detentos do Acre participam de protesto contra más condições dos presídio

Detentos dos Acre estão entre os presos  de 34 presídios estaduais e federais, em sete Estados do País, que  promovem rebeliões e protestos com greve de fome. Segundo os órgãos de inteligência, os governos dos Estados de Mato Grosso,  Pará e Acre associam os atos a ordens de facções criminosas - os detentos reivindicam melhores condições de instalação. No caso mais grave, em Cascavel, no Paraná, dois presidiários foram assassinados.

A greve de fome  ocorre no  presídio Francisco D’Oliveira Conde, em Rio Branco. "A greve de fome está em consonância com a ordem que partiu de uma determinada organização criminosa que atua em todo País", respondeu  o Instituto de Administração Penitenciária aos questionamentos dos jornais nacionais.

Os protestos dos presidiários não resultaram em mortes no Acre e demais Estados. Detentos do Pará, do Rio de Janeiro, de Mato Grosso, de Mato Grosso do Sul,  do Rio Grande do Norte, além do Acre  fazem greve de fome. Em todos os Estados, os governos locais afirmam que a alimentação continua a ser fornecida à população carcerária.

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